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REPERCUSSÃO: A morte de Marielle Franco e o impacto na economia brasileira

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O Brasil enfrenta dificuldades na política externa depois da morte da vereadora

A noite de 14 de março de 2018 entrou para a história. Uma triste e lamentável história brasileira. A vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Pedro Mathias Gomes foram assassinados a tiros no Centro do Rio de Janeiro. A suspeita é de execução já que não houve tentativa de assalto.

Marielle Franco, 5° veradora mais votada do RJ (Foto: Rodrigo Chadí /Fotoarena/Folhapress)

Marielle era uma das integrantes da Comissão de Direitos Humanos que fiscalizava a intervenção Federal na segurança pública do Rio. Ficou conhecida, além disso, por seu ativismo pelos direitos das mulheres, pessoas negras, pobres e minorias em geral. Fo eleita vereadora em 2016, a quinta mais votada do estado.

A morte de Marielle teve repercussão internacional. Na área econômica, a União Europeia (UE) pediu a suspensão do acordo de livre comércio entre o bloco econômico e o Mercosul (Mercado Comum do Sul), blocos econômicos que historicamente não dialogavam politicamente. Em agosto de 2017, o Mercosul enfrentou problemas internos com a Venezuela, por conta do governo de Nicolás Maduro. As outras lideranças resolveram, então, isolá-lo para somente agora iniciar negociações com a União Europeia.

No último dia 8 de março, em Assunção, capital do Paraguai, estiveram presentes os principais líderes do grupo (Brasil, Argentina, Paraguai). O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é importante para o Brasil, já que significa uma melhora na economia e na política externa do governo de Michel Termer.

Membros da União Europeia protestam contra a morte de Marielle (Foto: Portal IG.)

Em 2017 a Polícia Federal realizou a operação “Carne fraca”, que trouxe quedas na exportação de carne para países asiáticos (Egito, China, Arábia Saudita). Além disso, os cortes no orçamento em serviços básicos e em programas sociais levaram o Brasil de volta para o mapa da fome, segundo o relatórios da ONU(Organização das Nações Unidas) de 2018.

A ONU já emitiu opiniões públicas alertando sobre a militarização na vigilância em áreas minoritárias numa visita ao Brasil em 2015. E, este ano, fez declarações em público novamente sobre a risco de violação dos direitos humanos durante a intervenção militar no Rio de Janeiro.

TEXTO: Alice Guilherme (5o semestre – Jornalismo/UNI7)

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