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ESTUDOS: Inscrição abertas para o intercâmbio acadêmico

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Alunos da UNI7 terão a oportunidade de conhecer as regras e detalhes de como participar da seleção para o programa da universidade

Se você é estudante e tem desejo de estudar fora do Brasil, o Centro Universitário 7 de Setembro (Uni7) está com inscrições abertas para a candidatura de alunos para o intercâmbio estudantil. Informações sobre o programa serão dadas em duas palestras: a primeira nesta terça-feira, 28, às 11h10 e a segunda, quarta-feira, 29, às 18 horas. Os encontros vão ocorrer no auditório no 2º andar da Uni7.

Professor Lucas ressalta que os alunos voltam do intercâmbio com outra visão do mundo (Foto: Arquivo Pessoal)

As palestras buscam esclarecer as principais dúvidas dos estudantes sobre o programa, bem como orientar sobre o procedimento necessário. As apresentações ficarão a cargo do professor Lucas Varella, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), coordenador do gabinete de Relações Internacionais da Uni7. Haverá ainda a participação de estudantes que vão relatar as experiências vivenciadas no semestre passado por meio do programa.

Um dos benefícios do programa de intercâmbio da Uni7 é o convênio que a instituição possui com universidades no exterior. O aluno pode solicitar o aproveitamento de disciplinas cursadas no semestre acadêmico quando voltar de viagem.

Para saber mais informações sobre funcionamento do programa de intercâmbio da Uni7, o Quinto Andar entrevistou o professor Lucas Varella.

Quinto Andar – Até quando os alunos podem fazer a inscrição para o intercâmbio?

Lucas Varella – As inscrições do intercâmbio vão acontecer do dia 21 de agosto até o dia 15 de setembro. Durante esse período os alunos vão poder acessar um link disponibilizado no site da Uni7 e preencher o formulário online, nos dias 28 e 29 deste mês. Serão duas palestras explicando como vai ser o programa de intercâmbio, as condições para os alunos participarem e haverá depoimentos de alguns alunos que já participaram.

QA – Atualmente quais países/universidades, com as quais a Uni7 tem convênio?

LV – Estamos com os convênios ativos no momento com instituições no Chile, Colômbia, Portugal, Espanha e Itália.

QA – Qualquer aluno pode fazer o intercâmbio? Existe algum requisito que deva cumprir?

LV – Para participar do intercâmbio o aluno interessado precisa estar regularmente matriculado na Uni7, ter a disponibilidade de viajar entre o seu terceiro e penúltimo semestre, ou seja, ele precisa ter cursado disciplinas antes de se inscrever, e precisa ter disciplinas a cursar, durante o intercâmbio e depois que voltar. Não pode ter mais de duas reprovações, e, ultimamente, temos cobrado que se inscrevam tendo passaporte, devido à situação com a Polícia Federal, e o atraso na emissão dos passaportes. Além de dominar a língua do país para onde ele pretende viajar. Algumas instituições são mais rigorosas, e específicas em relação ao idioma. Por exemplo, as instituições da Colômbia e do Chile exigem um certificado de espanhol. A Universidade de Bolonha, na Itália, exige que o aluno tenha conhecimento não só do italiano, mas também do inglês.

QA – O senhor saberia informar qual a média gasta pelos estudantes no programa, apesar de haver variações entre cada cidade, por seu custo de vida.

LV – Durante o nosso programa de intercâmbio, o aluno não tem custos em relação à instituição. Ele não paga para se inscrever, não paga à instituição de origem, no caso a Uni7, e nem à instituição de destino. Mas, ele vai ter custos com a emissão de documentos, passagem aérea, seguro de saúde. O custo de vida nessas cidades vai variar bastante. Em Málaga, por exemplo, o custo médio de vida é por volta dos 550 euros/mês, incluindo aluguel e serviços, como água, gás, alimentação, lazer, transporte. Em Lisboa é por volta dos 600 e 700 euros por mês. As alunas que foram para Bolonha disseram que gastaram entre 900 e 1.000 euros por mês. Bragança, em Portugal, acho que é uma das cidades que tem o custo de vida mais baixo, é entre 350 e 400 euros.

Mais informações, no folder acima

QA – O que um programa como este pode agregar no currículo de um estudante, ou como aprendizado de vida?

LV – Algo que é bastante comum no discurso de todos que voltam é como a visão de mundo dos alunos muda. Geralmente, são acostumados com seu mundinho em casa, muitas vezes alguém fazendo as coisas por eles, vão se acomodando, não é sempre que lavam a própria roupa, ou cozinham a própria comida, ou arrumam os seus quartos. Então, ter essa experiência de vida, e estar longe da família, de ser realmente responsável por pagar as próprias contas, fazer as compras para a casa. Em relação à experiência profissional, além de ter contato muitas vezes com professores nas instituições estrangeiras que escrevem os textos que você lê aqui, o aluno vai ter contato com pessoas que vão ter uma experiência bem diferente de vida, diferente do que você está acostumado aqui, que possuem uma formação internacional. Essa troca cultural e de experiências é muito enriquecedora para a formação do profissional. Além de que ter participado de uma experiência como essa, agrega valor ao candidato em uma seleção, porque isso vai a ideia de adaptabilidade, alguém que se arrisca, que se adapta com facilidade, que é capaz de lidar com desafios. Alguém que tem uma experiência de intercâmbio como essa, certamente vai chamar a atenção de alguém em um processo seletivo.

QA – Qual a dica que o senhor daria para quem está interessada em se inscrever no programa, e as dúvidas em questão das documentações.

LV – A maior dica que eu dou é para qualquer pessoa inscrita no programa, ou que está prestes a se inscrever é não adiar nada. Se vai se inscrever, se inscreva logo, não deixe para o último segundo, porque depois de encerradas as inscrições, elas não vão se abrir novamente, só no próximo semestre. Da mesma forma, não adiar os documentos que são necessários para a nomeação e para o visto. Caso o aluno não respeite os prazos e não entregue a documentação, os outros alunos não serão prejudicados por essa demora. Tem também a questão da demora do visto, e o envio dos alunos nesse período, já que o ano letivo europeu começa em setembro, os alunos que estão se inscrevendo agora estão indo para o segundo semestre de lá, e eles não têm férias entre o primeiro e o segundo semestre. O intervalo de tempo que eles vão ter do recebimento da carta de aceitação, até a viagem é muito curto. Já os alunos que se inscrevem em março para viajar em setembro, como há o verão, as férias, o tempo é um pouco mais tranquilo.

Texto: Paulo Victor (4º semestre – Jornalismo)

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