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RÁDIO: Comemoração dos 100 anos é um marco para a radiofusão no Brasil

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Uni7 Informa

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Forte meio de informação, serviço e entretenimento, que chega a milhões de ouvintes, celebra a primeira transmissão de som por iniciativa de Roquette-Pinto

O rádio está comemorado 100 anos da primeira transmissão de som intercontinental, proporcionada pelo químico Guglielmo Marconi, através de seu experimento com balões. Sua experiência foi aprimorada no decorrer dos anos. O que seriam apenas alguns sinais sonoros, foi se aperfeiçoando e a Primeira Guerra Mundial contribuiu muito para o avanço tecnológico do rádio, até chegar a esse formato que conhecemos hoje.

Considerado o “pai do rádio no Brasil”, o professor Edgard Roquette-Pinto, em 1934, enxergou no rádio um instrumento capaz de transformar educativamente as pessoas. Roquette-Pinto fundou a Rádio Escola Municipal do Rio de Janeiro, emissora cujo objetivo era levar aos ouvintes, conteúdo educacional atuando em diferentes níveis de ensino educativos e culturais, a partir de músicas eruditas, fatos políticos entre outros.

O rádio se mostra, a cada ano, que é um dos principais meios de comunicação mais acessíveis, forte e predominante do século XXI. Apesar dos avanços tecnológicos e a vitalidade da internet, o rádio se mostra ainda mais persistente em sua jornada, aprimorando sua estrutura de equipamentos e melhor adaptação nas novas plataformas tecnológicas. A evolução tecnológica fez com o rádio tivesse sua frequência sintonizada por qualquer aparelho celular.

Alunos e professores no estúdio da Rádio7, na hora de cortar o bolo temático ao rádio (Foto: Ana Cláudia Lemos)

O rádio também investe em mudanças de roteiros de programação, sem perder a essência da figura do locutor como um amigo próximo dos seus ouvintes, levando informações do cotidiano das pessoas. Por meio disso, aumenta a interatividade, levando aos ouvintes não apenas a fala narrada, as músicas do momento, mas a possibilidade de estimular a imaginação tão ocupada do sujeito. O rádio não pode ser considerado um veículo ultrapassado. Ele é, sim, o mais antigo. Mas, apesar da idade, mantem-se moderno e vivo, mesmo com todas as tecnologias que vem surgindo, e ele consegue sobreviver.

O rádio é capaz de acompanhar e estar presente no cotidiano das pessoas, lhes proporcionando uma série de conteúdos informativos, interativos e musicais que são ouvidos no sonzinho do carro, no aplicativo de rádio do celular. Embora a internet proporcione uma cobertura ampla de informações, ela não é capaz de acompanhar os indivíduos com tanta precisão, pois os conteúdos precisam ser vistos enquanto o rádio só precisa ser ouvido.

Em referência aos 100 anos do rádio, a aluna de jornalismo, Ana Claudia Lemos, homenageou a professora Kátia Patrocínio. Juntamente com colegas da disciplina de Radiojornalismo e os professores Jari Vieira, Miguel Macedo, Moema Braga e o coordenador do curso, professor Dilson Alexandre, comemoraram a data com um bolo, uma réplica do radinho de pilha, na terça-feira, 5.

 

Texto: Talita Chaves (4º semestre – Jornalismo)
Foto: Ana Cláudia Lemos (5º semestre – Jornalismo)

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